Blog de História de Cantagalo entrevista: Cínthia Ferreira
contato: cinthiarural@yahoo.com.br
Blog: Conte um pouco da sua trajetória acadêmica.
Cínthia: Interessada no curso de Direito, marquei a opção por História apenas na UFRRJ que naquele momento era o curso ofertado que mais dialogava com o que me interessava. Em 2006, enquanto aguardava o resultado do vestibular nas demais Universidades, fiz a matrícula em História na UFRRJ. No primeiro período cursei uma disciplina chamada “Teoria da História” com a profa. Adriana Barreto de Souza e, depois de meses tentando me adaptar a exigência de leitura e me apaixonando pelo universo que o curso e a Universidade me proporcionavam, decidi seguir a profissão. Ainda na graduação, cursando Antropologia Social no terceiro período, entre 2007 e o início de 2008, disciplina ministrada pela profa. Caetana Maria Damasceno, minha paixão aumentou e desenvolvi um grande interesse pela Antropologia e sua relação com a História. Foi quando ingressei no grupo de pesquisa, “Do dom ao voto: representação política em um município da Baixada Fluminense/ RJ”, coordenado pela profa. Caetana. Em 2009 fui contemplada com uma bolsa de Iniciação Científica financiada pelo CNPq até a entrega da monografia em julho de 2010, através do projeto “O espírito do Dom: família e poder local em um município da baixada fluminense/RJ”. No seio destes projetos e deste grupo de pesquisa desenvolvi a minha monografia “Caminhos e memórias: uma análise antropológica de uma trajetória política”. Como desdobramento da pesquisa e buscando ampliar as discussões levantadas na monografia, em 2011, produzi o projeto “"Caminhos e memórias: o 'espírito do Dom' e a construção de carreiras políticas”, ambos sob orientação da profa. Caetana Damasceno, com o qual ingressei no mestrado pela mesma Universidade. Defendi a dissertação em março de 2014.
blog: Desde quando você atua no Polo Cantagalo, e quais as disciplinas você atua no momento?
Cínthia: Ingressei no CEDERJ em setembro de 2012, atuando como tutora presencial no Polo Cantagalo nas disciplinas História da América I (3º período) e História da América II (4º período). No segundo semestre de 2013, acrescentei à minha grade a disciplina História Moderna I e foi quando recebi o convite para dividir a coordenação do curso no Polo com a prof. Airan Borges. No segundo semestre de 2014, migrei para as disciplinas História e Documento (1º período) e Historiografia Contemporânea (4º período), com as quais trabalho atualmente.
blog: Você está apenas iniciando sua atuação na modalidade semi-presencial, correto? O que está achando dessa modalidade de ensino?
Cínthia: Sim, estou apenas iniciando. Em setembro de 2015 completarei 3 anos. Acredito que a docência e a modalidade semi-presencial são experiências que têm tanto a oferecer que mesmo no caso de 20 anos de atuação, eu diria “estou apenas começando”. O contato com a modalidade semi-presencial e com o CEDERJ se deu em um momento específico da minha vida. Quando morava no RJ, eu não conhecia este universo que já ganha corpo no nosso país há tanto tempo. Depois de um ano morando em Sto Antônio de Pádua fui apresentada ao CEDERJ e confesso que a explicação que ouvi de amigos que atuavam não dava conta de explicar a dimensão, importância e possibilidades que a presença da Universidade no interior pode garantir aos municípios, alunos, dentre outros. Como é o caso do resgate documental que tem sido feito pelo Centro de Memória Pesquisa e Documentação em Cantagalo.
Cínthia: Interessada no curso de Direito, marquei a opção por História apenas na UFRRJ que naquele momento era o curso ofertado que mais dialogava com o que me interessava. Em 2006, enquanto aguardava o resultado do vestibular nas demais Universidades, fiz a matrícula em História na UFRRJ. No primeiro período cursei uma disciplina chamada “Teoria da História” com a profa. Adriana Barreto de Souza e, depois de meses tentando me adaptar a exigência de leitura e me apaixonando pelo universo que o curso e a Universidade me proporcionavam, decidi seguir a profissão. Ainda na graduação, cursando Antropologia Social no terceiro período, entre 2007 e o início de 2008, disciplina ministrada pela profa. Caetana Maria Damasceno, minha paixão aumentou e desenvolvi um grande interesse pela Antropologia e sua relação com a História. Foi quando ingressei no grupo de pesquisa, “Do dom ao voto: representação política em um município da Baixada Fluminense/ RJ”, coordenado pela profa. Caetana. Em 2009 fui contemplada com uma bolsa de Iniciação Científica financiada pelo CNPq até a entrega da monografia em julho de 2010, através do projeto “O espírito do Dom: família e poder local em um município da baixada fluminense/RJ”. No seio destes projetos e deste grupo de pesquisa desenvolvi a minha monografia “Caminhos e memórias: uma análise antropológica de uma trajetória política”. Como desdobramento da pesquisa e buscando ampliar as discussões levantadas na monografia, em 2011, produzi o projeto “"Caminhos e memórias: o 'espírito do Dom' e a construção de carreiras políticas”, ambos sob orientação da profa. Caetana Damasceno, com o qual ingressei no mestrado pela mesma Universidade. Defendi a dissertação em março de 2014.
blog: Desde quando você atua no Polo Cantagalo, e quais as disciplinas você atua no momento?
Cínthia: Ingressei no CEDERJ em setembro de 2012, atuando como tutora presencial no Polo Cantagalo nas disciplinas História da América I (3º período) e História da América II (4º período). No segundo semestre de 2013, acrescentei à minha grade a disciplina História Moderna I e foi quando recebi o convite para dividir a coordenação do curso no Polo com a prof. Airan Borges. No segundo semestre de 2014, migrei para as disciplinas História e Documento (1º período) e Historiografia Contemporânea (4º período), com as quais trabalho atualmente.
blog: Você está apenas iniciando sua atuação na modalidade semi-presencial, correto? O que está achando dessa modalidade de ensino?
Cínthia: Sim, estou apenas iniciando. Em setembro de 2015 completarei 3 anos. Acredito que a docência e a modalidade semi-presencial são experiências que têm tanto a oferecer que mesmo no caso de 20 anos de atuação, eu diria “estou apenas começando”. O contato com a modalidade semi-presencial e com o CEDERJ se deu em um momento específico da minha vida. Quando morava no RJ, eu não conhecia este universo que já ganha corpo no nosso país há tanto tempo. Depois de um ano morando em Sto Antônio de Pádua fui apresentada ao CEDERJ e confesso que a explicação que ouvi de amigos que atuavam não dava conta de explicar a dimensão, importância e possibilidades que a presença da Universidade no interior pode garantir aos municípios, alunos, dentre outros. Como é o caso do resgate documental que tem sido feito pelo Centro de Memória Pesquisa e Documentação em Cantagalo.

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