Esta secção destina-se à postagens dos artigos escritos pelo tutor e um dos coordenadores do Centro de Memória Pesquisa e Documentação de Cantagalo, João Bosco de Paula Bon Cardoso.
Reminiscências e reverências do alto do 12º andar
Qua, 10 de Dezembro de 2014 16:12
E chegamos ao último mês do ano. O burburinho das festas se avizinha, o comércio ampliará
suas vendas, as canções natalinas passarão a ser executadas à exaustão e, daqui a pouco,
para todo o lado para onde se lançar o olhar, a onipresença das reproduções cintilantes de
papais noéis, pinheiros boreais e neve requisitarão a nossa atenção.
Em meio à euforia que, em poucos dias, se apossará de todos, o ano do bicentenário do
município de Cantagalo chega ao fim. E, daqui, do alto do “décimo segundo andar” de 2014
(que é como o grande Mário Quintana refere-se ao mês de dezembro, em um arrebatador
poema de final de ano intitulado ‘Esperança’), passamos a ter uma visão panorâmica do
transcorrido e, antes do show pirotécnico da virada coalhar o céu com seus efeitos reluzentes,
talvez seja pertinente tecermos algumas reflexões sobre os eventos comemorativos dos 200
anos.
O que deles não se apagará com os fogos do réveillon? Quais iniciativas ficarão entranhadas
na tessitura social a ponto de gerarem frutos futuros? Será que as comemorações contribuíram
para incrementar, ou ao menos reorganizar, o amarelado calendário de eventos culturais do
município? O que de efetivo foi feito para projetar a história, preservar a memória e o valoroso
patrimônio cultural da nossa terra? Na intenção de legar para a posteridade vestígios
importantes da caminhada dos cantagalenses no tempo, alguma edificação de valor histórico
foi restaurada, ou mesmo um novo equipamento cultural foi criado? Dentre os poucos espaços
culturais que existem (ou persistem?) no município, algum foi revitalizado?
Talvez, argumentarão os mais cautelosos, não tenhamos todas as respostas para essas
indagações assim, no frescor da hora presente, por conta da proximidade imediata com os
fatos. É provável que, só concedendo tempo ao tempo, possamos perceber (ou não) se haverá
desdobramentos do acontecido e verificar seus reais efeitos... Então, utilizemos a regra da
prudência: aguardemos!
Mudando o tom da partitura, o ano do bicentenário não deve terminar sem prestarmos, aqui, as
nossas necessárias homenagens e reverências às atuações de quatro importantes
personalidades que, através de suas ideias, reflexões e paixões, contribuíram sobremaneira
para a redefinição dos marcos temporais que balizam a história do município, devolvendo a
Cantagalo a primazia de unidade administrativa mais antiga da região.
Cada um deles, ao seu modo e com seu estilo pessoal, plantou e fez germinar a semente da
mudança, recolocando o “2 de outubro de 1857” em seu devido lugar – apenas como um
marco temporal honorífico de elevação da nossa malha urbana central à condição de cidade –
e evidenciando o “9 de março de 1814” como data magna representativa da criação do
município, deste modo, redefinindo, de forma fidedigna, a contagem da idade de Cantagalo.
Há tempos, o nosso sempre candidato ao Prêmio Nobel da Paz, Seu Bento Luiz Lisboa, com a
inabalável serenidade que lhe é peculiar, assinalava em conversas informais, nos debates
públicos, nas palestras em colégios e em demais espaços de discussão, o que realmente
representava cada um desses marcos temporais e a confusão que se fazia com eles.
Na seara da discussão acadêmica e militância na imprensa escrita (contando com ampla
cobertura do JORNAL DA REGIÃO), atuavam os doutores Clélio Erthal e Henrique Bon,
convertendo os incrédulos. Incansáveis pesquisadores que são, produziram textos reveladores
e contundentes, imprescindíveis para o convencimento geral quanto à gênese do município e o
“divisor de águas” que o “9 de março de 1814” representa, na história de Cantagalo e região.
E, por fim, mas tão importante quanto, encontrava-se o professor Gerson Tavares do Carmo,
articulando a mudança de perspectiva junto às instâncias pedagógicas e políticas locais, com a
produção de material didático sobre a correção da idade do município, como também
promovendo profícuo diálogo junto aos representantes do Executivo e Legislativo à época.
Deste modo, esses quatro valorosos expoentes engendraram, há mais de uma década, na
complementariedade de suas ações, um movimento de revisão histórica que conquistou os
corações e mentes de uma parcela considerável dos munícipes, culminando na outorga, pelo
Executivo municipal, do Decreto nº 1.661, de 22 de novembro de 2004 (publicado aqui, no
JORNAL DA REGIÃO, em 11 de dezembro), e, no ano seguinte, ensejando a primeira
comemoração pública, com toda pompa e circunstância, do “9 de março de 1814” como data
magna do município, dentro do espírito de que esta deveria ter o status de ‘Dia da Consciência
Histórica de Cantagalo’.
Assim sendo, do alto do décimo segundo andar de 2014, nas últimas semanas do bicentenário,
aos artífices da mudança, prestamos as nossas mais respeitosas reverências, almejando que
outros movimentos com o mesmo sentido de valorização da nossa história venham à tona.
Na oportunidade, desejamos a todos os cantagalenses um Ano Novo repleto de alegrias e
afetos.
Viva o povo cantagalense!!! Viva a inebriante história e o valoroso patrimônio cultural da nossa
queridíssima Cantagalo!!!
*João Bôsco de Paula Bon Cardoso é professor de sociologia e geografia, coordenador de
patrimônio cultural do Projeto Fazenda São Clemente e um dos coordenadores do Centro de
Memória, Pesquisa e Documentação de Cantagalo.
HISTÓRIA - UAB/CEDERJ/UNIRIO - PÓLO CANTAGALO
Blog do curso Semipresencial de História oferecido pela UNIRIO via consócio UAB/CEDERJ, Pólo de Cantagalo
quinta-feira, 23 de abril de 2015
No dia 14 de junho de 2014 foi realizado o curso de Paleografia , coordenado pelos professores Sebastião de Castro Júnior, prof. João Bosco Bon e pela simpaticíssima profa. Sheila de Castro Faria.
Como forma de agradecimento pela participação dos alunos e da equipe do CMPD-CAN, o professor Sebastião escreveu a seguinte carta:
Aos participantes da Oficina de Paleografia e a todos os integrantes do Centro de Memória, Pesquisa e Documentação de Cantagalo.
Diante da tela em branco, me pego em busca das palavras certas. Palavras capazes de dar forma à infinidade de sensações que marcaram cada dia da semana que passou. Palavras, enfim, que consigam expressar tudo aquilo que vêm à mente ao correr os olhos pelos poucos registros que ficaram na memória de um minúsculo HD. Palavras muitas. Palavras soltas. Difíceis de capturar!
Mas a caçada continua. Os ponteiros do relógio se deslocam. Até que a persistência me faz esbarrar com algumas letras e borrões. Diante de mim, param alguns substantivos; enquanto outros tantos passam batidos. Mas há um que não me sai do pensamento. E é ele que praticamente exige ser escrito. Seu nome é gratidão.
Gratidão pela acolhida, pela paciência, e pela generosidade de todos vocês. Gratidão pela licença de aterrissar no seu espaço e, assim, poder contribuir, mesmo que de forma tão modesta, com um projeto que se apoia no resgate e se desdobra em descoberta. Um projeto que se quer instigante, envolvente, e que sabe sê-lo, sobretudo, graças ao empenho de cada um de vocês.
E já que nunca fui muito fã de despedidas, aproveito para deixar aqui, sob a forma de um último parágrafo, o meu abraço apertado somado ao desejo de que, a qualquer hora, nossos caminhos voltem a se cruzar. Ainda carente das palavras mais apropriadas, talvez um “até breve” seja o melhor a dizer. De qualquer maneira, fiquem com a certeza de que aqui, do outro lado da serra, há agora mais alguém torcendo pelo seu sucesso e desejando que continuem firmes no trabalho que vêm desenvolvendo, mantendo sempre vivo o seu protagonismo neste Polo.
Desejando sorte e felicidade nos caminhos de Clio,
Prof. Sebastião De Castro Junior.
Entrevista com professora-tutora Cínthia Annie de Paula Ferreira
Blog de História de Cantagalo entrevista: Cínthia Ferreira
contato: cinthiarural@yahoo.com.br
Blog: Conte um pouco da sua trajetória acadêmica.
Cínthia: Interessada no curso de Direito, marquei a opção por História apenas na UFRRJ que naquele momento era o curso ofertado que mais dialogava com o que me interessava. Em 2006, enquanto aguardava o resultado do vestibular nas demais Universidades, fiz a matrícula em História na UFRRJ. No primeiro período cursei uma disciplina chamada “Teoria da História” com a profa. Adriana Barreto de Souza e, depois de meses tentando me adaptar a exigência de leitura e me apaixonando pelo universo que o curso e a Universidade me proporcionavam, decidi seguir a profissão. Ainda na graduação, cursando Antropologia Social no terceiro período, entre 2007 e o início de 2008, disciplina ministrada pela profa. Caetana Maria Damasceno, minha paixão aumentou e desenvolvi um grande interesse pela Antropologia e sua relação com a História. Foi quando ingressei no grupo de pesquisa, “Do dom ao voto: representação política em um município da Baixada Fluminense/ RJ”, coordenado pela profa. Caetana. Em 2009 fui contemplada com uma bolsa de Iniciação Científica financiada pelo CNPq até a entrega da monografia em julho de 2010, através do projeto “O espírito do Dom: família e poder local em um município da baixada fluminense/RJ”. No seio destes projetos e deste grupo de pesquisa desenvolvi a minha monografia “Caminhos e memórias: uma análise antropológica de uma trajetória política”. Como desdobramento da pesquisa e buscando ampliar as discussões levantadas na monografia, em 2011, produzi o projeto “"Caminhos e memórias: o 'espírito do Dom' e a construção de carreiras políticas”, ambos sob orientação da profa. Caetana Damasceno, com o qual ingressei no mestrado pela mesma Universidade. Defendi a dissertação em março de 2014.
blog: Desde quando você atua no Polo Cantagalo, e quais as disciplinas você atua no momento?
Cínthia: Ingressei no CEDERJ em setembro de 2012, atuando como tutora presencial no Polo Cantagalo nas disciplinas História da América I (3º período) e História da América II (4º período). No segundo semestre de 2013, acrescentei à minha grade a disciplina História Moderna I e foi quando recebi o convite para dividir a coordenação do curso no Polo com a prof. Airan Borges. No segundo semestre de 2014, migrei para as disciplinas História e Documento (1º período) e Historiografia Contemporânea (4º período), com as quais trabalho atualmente.
blog: Você está apenas iniciando sua atuação na modalidade semi-presencial, correto? O que está achando dessa modalidade de ensino?
Cínthia: Sim, estou apenas iniciando. Em setembro de 2015 completarei 3 anos. Acredito que a docência e a modalidade semi-presencial são experiências que têm tanto a oferecer que mesmo no caso de 20 anos de atuação, eu diria “estou apenas começando”. O contato com a modalidade semi-presencial e com o CEDERJ se deu em um momento específico da minha vida. Quando morava no RJ, eu não conhecia este universo que já ganha corpo no nosso país há tanto tempo. Depois de um ano morando em Sto Antônio de Pádua fui apresentada ao CEDERJ e confesso que a explicação que ouvi de amigos que atuavam não dava conta de explicar a dimensão, importância e possibilidades que a presença da Universidade no interior pode garantir aos municípios, alunos, dentre outros. Como é o caso do resgate documental que tem sido feito pelo Centro de Memória Pesquisa e Documentação em Cantagalo.
Cínthia: Interessada no curso de Direito, marquei a opção por História apenas na UFRRJ que naquele momento era o curso ofertado que mais dialogava com o que me interessava. Em 2006, enquanto aguardava o resultado do vestibular nas demais Universidades, fiz a matrícula em História na UFRRJ. No primeiro período cursei uma disciplina chamada “Teoria da História” com a profa. Adriana Barreto de Souza e, depois de meses tentando me adaptar a exigência de leitura e me apaixonando pelo universo que o curso e a Universidade me proporcionavam, decidi seguir a profissão. Ainda na graduação, cursando Antropologia Social no terceiro período, entre 2007 e o início de 2008, disciplina ministrada pela profa. Caetana Maria Damasceno, minha paixão aumentou e desenvolvi um grande interesse pela Antropologia e sua relação com a História. Foi quando ingressei no grupo de pesquisa, “Do dom ao voto: representação política em um município da Baixada Fluminense/ RJ”, coordenado pela profa. Caetana. Em 2009 fui contemplada com uma bolsa de Iniciação Científica financiada pelo CNPq até a entrega da monografia em julho de 2010, através do projeto “O espírito do Dom: família e poder local em um município da baixada fluminense/RJ”. No seio destes projetos e deste grupo de pesquisa desenvolvi a minha monografia “Caminhos e memórias: uma análise antropológica de uma trajetória política”. Como desdobramento da pesquisa e buscando ampliar as discussões levantadas na monografia, em 2011, produzi o projeto “"Caminhos e memórias: o 'espírito do Dom' e a construção de carreiras políticas”, ambos sob orientação da profa. Caetana Damasceno, com o qual ingressei no mestrado pela mesma Universidade. Defendi a dissertação em março de 2014.
blog: Desde quando você atua no Polo Cantagalo, e quais as disciplinas você atua no momento?
Cínthia: Ingressei no CEDERJ em setembro de 2012, atuando como tutora presencial no Polo Cantagalo nas disciplinas História da América I (3º período) e História da América II (4º período). No segundo semestre de 2013, acrescentei à minha grade a disciplina História Moderna I e foi quando recebi o convite para dividir a coordenação do curso no Polo com a prof. Airan Borges. No segundo semestre de 2014, migrei para as disciplinas História e Documento (1º período) e Historiografia Contemporânea (4º período), com as quais trabalho atualmente.
blog: Você está apenas iniciando sua atuação na modalidade semi-presencial, correto? O que está achando dessa modalidade de ensino?
Cínthia: Sim, estou apenas iniciando. Em setembro de 2015 completarei 3 anos. Acredito que a docência e a modalidade semi-presencial são experiências que têm tanto a oferecer que mesmo no caso de 20 anos de atuação, eu diria “estou apenas começando”. O contato com a modalidade semi-presencial e com o CEDERJ se deu em um momento específico da minha vida. Quando morava no RJ, eu não conhecia este universo que já ganha corpo no nosso país há tanto tempo. Depois de um ano morando em Sto Antônio de Pádua fui apresentada ao CEDERJ e confesso que a explicação que ouvi de amigos que atuavam não dava conta de explicar a dimensão, importância e possibilidades que a presença da Universidade no interior pode garantir aos municípios, alunos, dentre outros. Como é o caso do resgate documental que tem sido feito pelo Centro de Memória Pesquisa e Documentação em Cantagalo.
Entrevista com professora-tutora Michelle Samuel da Silva
blog: Fale um pouco sobre a sua formação.
Michelle: Iniciei minha graduação em História (Licenciatura e Bacharelado) pela Universidade Gama Filho em 2007. Em 2010 conclui a licenciatura e 2012 o bacharelado. Ainda na graduação participei como bolsista de iniciação científica do projeto de pesquisa intitulado “Modos de Governar, Modos de Governo: o Governo-Geral do Estado do Brasil entre a conservação da conquista e a manutenção do negócio” e do projeto de Extensão “UGF em Ação” com o objetivo de promoção cultural e educacional no bairro de Piedade e seu entorno, e das escolas municipais, estaduais e privadas da região. Terminei a Pós Graduação (latu sensu) em História do Brasil pela Universidade Católica de Petrópolis. Atualmente, estou concluindo o Mestrado em História pelo Programa de Pós Graduação em História Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. No mestrado estudo a administração do vice-rei Vasco Mascarenhas (10 Conde de Óbidos) na América Portuguesa, especificamente do conflito entre governo geral e governadores das capitanias de Pernambuco e Rio de Janeiro de (1663-1667).
Michelle: Iniciei minha graduação em História (Licenciatura e Bacharelado) pela Universidade Gama Filho em 2007. Em 2010 conclui a licenciatura e 2012 o bacharelado. Ainda na graduação participei como bolsista de iniciação científica do projeto de pesquisa intitulado “Modos de Governar, Modos de Governo: o Governo-Geral do Estado do Brasil entre a conservação da conquista e a manutenção do negócio” e do projeto de Extensão “UGF em Ação” com o objetivo de promoção cultural e educacional no bairro de Piedade e seu entorno, e das escolas municipais, estaduais e privadas da região. Terminei a Pós Graduação (latu sensu) em História do Brasil pela Universidade Católica de Petrópolis. Atualmente, estou concluindo o Mestrado em História pelo Programa de Pós Graduação em História Social da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. No mestrado estudo a administração do vice-rei Vasco Mascarenhas (10 Conde de Óbidos) na América Portuguesa, especificamente do conflito entre governo geral e governadores das capitanias de Pernambuco e Rio de Janeiro de (1663-1667).
blog: Desde quando você atua no Polo Cantagalo, e quais as disciplinas você
atua no momento?
Michelle: Iniciei no polo Cantagalo desde setembro de 2013 atuando nas disciplinas
“História do Brasil II”, “Metodologia do Ensino de História” e “Seminário de
Pesquisa em Ensino de História I”. Desde junho de 2014 atuo também como
Coordenadora do curso de História no Polo Cantagalo.
blog: Você está
apenas iniciando sua atuação na modalidade semi-presencial, correto? O que está
achando dessa modalidade de ensino?
Michelle: Sim. O
ensino semi-presencial continua em expansão no Brasil, permitindo que muitos
estudantes ingressem no ensino superior. É a modalidade de aprendizagem em que
educadores e os aprendizes interagem entre si, sem necessariamente estarem no
mesmo lugar, pois o conhecimento chega ao aluno pela utilização didática de
tecnologias, principalmente pela internet.
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Na última terça-feira, 12/08/2014, o trabalho que tem sido realizado pelo Centro de Memória, Pesquisa e Documentação de Cantagalo foi divulgado pelo programa "Em Debate", transmitido pela emissora local "TV.com". É possível acompanhar um pouco da história deste trabalho que já vem dando muitos frutos. Ademais, tais documentos até então "intocados" possibilitam novas discussões sobre temas bastante discutidos pela historiografia.
O vídeo pode ser conferido abaixo:
O vídeo pode ser conferido abaixo:
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Capacitação dos bolsistas de Iniciação Científica, polo Cantagalo CEDERJ/UAB
Atividade de higienização e digitalização do acervo da Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento, Cantagalo/RJ.
Aluna Meire Lane Vianna higienizando um dos livros.
João Bosco Bon (coordenador das atividades do CMPD), Leila Leite (diretora do polo), Caroline Freitas, Andreia Moraes, Wesley Gonçalves e Meire Lane Vianna.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Curso de Introdução ao Pensamento de Michael Foucault_UNIRIO
Replicando uma experiência bem sucedida no polo Cederj - UAB do município de Cantagalo, neste semestre a equipe de história EAD da Unirio oferecerá um curso de introdução ao pensamento de Michel Foucault na UNIRIO.
Nessa ocasião os professores Ms. Marina Carvalho (LEDDES/UERJ e UNIRIO/CEDERJ), Lair Amaro (PPGHC/UFRJ e UNIRIO/CEDERJ), e Gustavo Pinto de Sousa (PPGHC/UFRJ e UNIRIO/CEDERJ), ministrarão o curso gratuito com duração de 30 horas.
A proposta do curso é apresentar a relação entre Michel Foucault e a História, isto é: como nós, historiadores, podemos utilizar noções e métodos presentes no pensamento de Foucault em nossas pesquisas. Deste modo, além da contextualização do sujeito e seu tempo (momento e condições de escrita de Foucault), analisaremos temas presentes em sua escrita, tais como poder, disciplinarização, saber, discurso, arquivo e enunciado.
As atividades acontecerão no Auditório Paulo Freire (CCEP-UNIRIO), nos dias 28/09 e 19/10. Para os inscritos que cumprirem 75% de presença e cumprirem com as atividades do curso, será conferido um certificado.
As inscrições deverão ser feitas através do email: extensão.ead.unirio@gmail.com, até o dia 20/09/2013.
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